Por José Orlando Ribeiro
Sou de São Sebastião da Amoreira/PR, proprietário de uma Interceptor 650 desde fevereiro de 2021. Recentemente eu e um grupo de amigos e familiares saímos em viagem e seguimos sentido a Paraty/RJ. Nossa rota subiu a Serra do Rastro da Serpente, passando pelo tradicional motobar Porthal, e seguimos para a Serra da Macaca.

Depois percorremos o litoral paulista pela Rodovia Rio-Santos até Paraty, onde subimos o trecho da Estrada Real “Caminho do Ouro”, que liga Paraty/RJ até Guaratinguetá/SP. Retornamos pela Dutra e Castelo Branco, um passeio de aproximadamente 1800Km de estradas muito lindas que indico fácil para quem quer fazer um “rolê” top!

 

Por Edwart Burger Júnior

Comprei minha Classic 500 usada com 340km que, devido à essa parada total da pandemia, já havia feito duas trocas de óleo por tempo! Não sei como o ex-dono ou a oficina onde ele trocou o óleo tratou o aperto do bujão. Só sei que quando fiz a terceira troca de óleo da moto com 1300Km (apenas por desencargo de consciência já que não sabia o que tinha ali dentro), todos os parafusos estavam tão apertados que quase desisti. Quando tirei o bujão M14 (chave 19mm) a rosca do cárter veio junto. Felizmente existem alguns tutoriais no youtube que me deram algumas opções, e procurando um pouco mais a melhor opção foi a colocação de um bujão cônico de BORRACHA! Sem a necessidade de ter de refazer a rosca, embuchar ou usar o tampão cônico de aço. Fácil, prático e em cinco minutos o problema foi resolvido.

Fica a dica para quem tem o mesmo problema. Comprei no Mercado Livre por R$34,00 mais R$7,00 de frete e chegou em 2 dias. Não vaza nada, não precisa de ferramenta nenhuma, simples assim. Vejam a dica nesse link: https://youtu.be/1PBQGeInLd8.

Boa sorte a todos!

por Marcelo Amaral Tabone

Com pouco mais de 3 meses com a Interceptor Silver Spectre, no auge da pandemia de 2020, só crescia a vontade de fazer um passeio um pouco mais além do bate e volta costumeiro e, assim, comecei a planejar ida até Serra da Macaca. A moto tinha pouco mais de 1800Km. Sentei na frente do notebook e analisei as opções de percurso. Poderia ir “por cima” ou “pelo litoral” e conversando com amigos que já haviam completado esse trajeto com big trails, optei pelo litoral, principalmente pela paisagem / visual.

Assim, no dia 07 de Novembro de 2020, por volta das 07:30h, após rápido café, sai de São Bernardo do Campo/SP, e iniciei a descida da serra da Anchieta. Tinha tudo na cabeça e apenas tentaria aproveitar o máximo. Fui curtindo aquela manhã que prometia calor acima da média. Passei por Mongaguá, Itanhaém e parei para lanche, reabastecer e esticar um pouco as pernas, próximo de Peruíbe. Não lembro da hora, mas estava um calor insuportável e retirei a jaqueta para aliviar um pouco. Retomei estrada e segui na direção de Itariri, Miracatu e Juquiá.

Até Juquiá, a viagem transcorreu sem problemas, poucos carros, visual bonito, alterando entre bananeiras, morros, cheiro de mar. Enfim, tudo perfeito. A moto também esteve impecável durante todo o tempo, diga-se de passagem. Só o banco incomodava um pouco, mas nada que pequenas mudanças de posição e esticadas de vez em quando, não ajudassem a aliviar a dor. Quando cheguei em Juquiá, entrei no município para comprar água, e perguntei para moradores locais se valeria a pena ir até Registro ou se a estrada até Sete Barras era boa. Pelas respostas e levando em conta um bom trecho a mais que andaria, vamos direto a Sete Barras.

 

Foi penoso, o pior pedaço do trajeto! Muitos buracos, remendos mal feitos, asfalto soltando pedaços enormes. E pra piorar, um grande número de pessoas bêbadas que pareciam brotar dos acostamentos. Em vários momentos tive que frear bruscamente e andar a 30/40 km/h para desviar e não atropelar ninguém.

Finalmente cheguei em Sete Barras. Mais uma pausa para água, petisco, etc e verifiquei que faltava pouco para chegar na barreira do Parque Carlos Botelho. A adrenalina tomou conta, além da emoção. Parei na barreira policial e após anotarem dados, telefone, placa etc, orientaram a seguir “direto”, sem pausas longas nos diversos quiosques que tem no trajeto. ok. ok.

Bom, já faz quase um ano que estive lá, voltei mais 2 vezes, uma delas de carro, com minha filha, onde entramos no parque e fizemos as trilhas, e o que posso dizer: simplesmente imperdível, algo surreal em termos de beleza e visual, além das inúmeras chances de ver animais silvestres cruzando o caminho. Parei várias vezes apenas para “sentir” o local. Lindo demais. Eles construíram pontes suspensas para que os animais não sejam atropelados, e possam cruzar a estrada com mais segurança. Uma subida que em condições normais você leva uma hora e meia, digamos assim, levei quase três horas. Não queria ir embora!

Já fiz alguns outros passeios bacanas, mas até hoje, nada que supere tudo o que vi e vivi naquele dia. Recomendo fortemente! Com certeza voltarei outra vez. Grande abraço a todos.

 

por Lorinho

Na capital mineira este ONE RIDE 2021 foi o primeiro realizado! Aproximadamente 70 motos partiram da concessionária as 10h, após um café e orientação sobre a pilotagem em comboio, e percorreram a rota de 60Km até o local da confraternização em Brumadinho. Almoço por adesão e retorno livre. Um destaque foi a passada pela Serra do Rola Moça, com um visual incrível.

Veja como foi o passeio!

Por Wagner Calil

Com a organização da Concessionária Royal Enfield de Goiânia o One Ride 2021 dos Royals Riders GO foi muito bacana. O pessoal se reuniu para o café na concessionária a partir das 08:00. Apesar da chuva fina compareceram 31 pessoas e partimos as 09:30. Por causa da previsão de chuva, a rota foi alterada e seguimos até a cidade de Bela Vista percurso de cerca de 100 km ida e volta.