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Chegou a hora de trocar pneus e está com dúvida do que fazer? Continuar com a marca e modelo original ou testar outras opções? Mas quais opções existem? E qual a melhor? Este artigo é pra você!

A primeira coisa é verificar as medidas originais dos pneus da moto. No caso da METEOR 350 as medidas são: Dianteiro 100/90-19 e Traseiro 140/70-17. A leitura é LARGURA/ALTURA-ARO. Ou seja, o pneu dianteiro tem 100mm de largura (10cm). Tem altura de 90% da largura, ou seja 90mm (9cm). E diâmetro do aro de 19 polegadas. O mesmo raciocínio se aplica para o pneu traseiro (largura 140mm, altura 70% de 140, e aro 17). Essa é a regra geral e vale pra qualquer pneu, seja de moto, de carro, caminhão, etc.

A segunda coisa agora é verificar NO GOOGLE quais pneus existem pra essas medidas. Você vai e coloca lá PNEU 100/90-19 e vem dezenas de pneus nos resultados! Deixamos essa pesquisa pronta AQUI!

Como avaliar? O primeiro item a avaliar é o INDICE DE CARGA E VELOCIDADE do pneu! LEIA AQUI a dica sobre isso, no site da Michelin! As Meteor são motos de 191Kg que atingem 140Km/h! Se o pneu não for fabricado para aguentar este peso e velocidade, você corre risco sério! Não adianta pegar um pneu barato de 130 reais que se usa em uma moto de 150cc levinha! As Meteor precisam de pneus com uma qualidade superior! Fique SEMPRE ligado nessas letrinhas esquecidas que vem logo após a medida do pneu. Conforme a ficha técnica oficial da moto, o pneu dianteiro tem que ter índice 57 ou maior, e da letra P pra frente. O traseiro tem que ter índice 66 ou maior, e também da letra P ou superior.

Outra coisa importante na METEOR é a questão do aro de liga leve, que permite o uso de pneus SEM CÂMARA! Na marcação do pneu, vai estar escrito TL (TUBELESS). Esses pneus são naturalmente mais seguros! Quando furam, esvaziam devagarinho sem dar sustos no piloto. E o remendo basicamente é o “macarrão”, um cordão melado que você enfia no furo com uma ferramenta tipo agulha. Em seguida você calibra o pneu e já sai rodando. Super simples e não precisa desmontar roda, levar em borracheiro, nem nada. Só dominar esse procedimento simples, e levar um “kit reparo com macarrão” na bagagem.

Como os pneus SEM CAMARA (tipo TL – tubeless) são mais caros, se optar por usar um pneu COM câmara (tipo TT – TUBE TYPE) mais barato, você vai precisar também comprar a câmara de ar no tamanho certo pro aro da moto. Lembre dessas letrinhas TL e TT quando for escolher seu pneu!

Para usar pneus mais largos que os originais, o espaço livre do paralama dianteiro ou da balança traseira não permite muitas ampliações, fique atento a isso. Não temos ainda notícia de pneus mais largos sendo usados na Meteor. Quando tivermos, atualizaremos esta página.

Lembrando sempre que pneus são importantíssimos para sua segurança! Se não tem certeza do que está fazendo, não faça! Se for experimentar trocar medidas, aros, tipos de uso, lembre que é por sua própria conta e risco. “Ride Safe” pra poder Rodar Sempre!

– Caso encontre novos modelos de pneus compatíveis com a Meteor, envie sua dica pelo formulário mais abaixo da tabela.
– Registre seu consumo de pneus no banco de dados, para que possamos ter futuramente comparações de custo/benefício. Clique aqui!

PNEUS DIANTEIROS

METZELER CRUISETEC 100/90-19 57H Dianteiro
METZELER MARATHON ME880 100/90-19 57H Dianteiro
METZELER TOURANCE 100/90-19 57H Dianteiro
METZELER TOURANCE NEXT 100/90-19 57V Dianteiro
MICHELIN Commander 3 100/90-19 57H Dianteiro
MICHELIN Scorcher 31 100/90-19 57H Dianteiro
MITAS E-08 100/90-19 57H Dianteiro
PIRELLI MT-60 100/90-19 57H Dianteiro
PIRELLI MT-66 100/90-19 57H Dianteiro
PIRELLI SCORPION TRAIL 2 100/90-19 57V Dianteiro
PIRELLI SPORT DEMON 100/90-19 57V Dianteiro
TECHNIC Iron 100/90-19 57H Dianteiro

PNEUS TRASEIROS

IRA MASKED 140/70-17 66S Traseiro
LEVORIN MATRIX SPORT 140/70-17 66H Traseiro
MAGGION SPORTISSIMO 140/70-17 66H Traseiro
MICHELIN PILOT STREET 140/70-17 62S Traseiro
PIRELLI SPORT DEMON 140/70-17 66H Traseiro
RINALDI HB37 140/70-17 66T Traseiro
TECHNIC STROKER CITY 140/70-17 62S Traseiro

Colabore sugerindo um pneu compatível que você JÁ USOU na sua Royal Enfield!

por Geliane Gonzaga

Em uma sexta feira com muita expectativa saímos de Franca (SP). Eu de Hima, meu filho Renato de Tenere, meu irmão Zainer de Tiger e meu sobrinho Lucas de GS, para uma viagem que duraria uma semana.

Partimos por volta das 6h da manhã rumo ao nosso primeiro pouso, a cidade de Joinville/SC distante a 902Km. Sem grandes novidades, estradas já conhecidas. No outro dia saímos cedo de Joinville com destino a Urubici e distante 328Km. Lá seria nosso “ponto de apoio” para conhecer as serras catarinenses, incluindo aí claro, Rio do Rastro e Corvo Branco. Esse trecho é muito bonito, destacando os arranha-céus de Balneário Camboriú, a beleza de Florianópolis e a subida da serra pela BR-282. Chegamos após o almoço e tivemos uma imensa dificuldade de arrumar estadia na cidade. Demorou, mas arrumamos uma pensão, e então já era tarde para os 80Km até a Serra do Rio do Rastro, que ficou para o próximo dia cedo.

Amanheceu e depois de muito atraso fomos para o Rastro. Decepção total! Parece que toda a região estava dentro de uma nuvem, era difícil enxergar a dois metros de distância e o grande penhasco virou um enorme “muro branco” a nossa frente. Voltamos pra Urubici cabisbaixos e molhados. O que compensou foram as paisagens em torno da estrada. Região linda com vários chalés de campo e casas de madeira com suas chaminés típicas da região. Imenso potencial turístico, mas dentro do capacete minha cabeça mal podia acreditar que não seria dessa vez que iria ver a Rio do Rastro, sonho de infância desde que vi uma foto na época ainda de filme (revelada) lá em 1989. Paciência, pois a viagem teria que seguir no dia seguinte. Acho que a turma percebeu minha decepção e até combinaram “nas minhas costas” ficar e tentar novamente no próximo dia.

No dia seguinte fomos até a Serra do Corvo Branco, e lá sim, estava perfeito o tempo! Ficamos até por volta das 17h quando começou a chover e então voltamos para Urubici. De noite, já em uma nova pousada, decidimos mudar a rota da viagem. Voltaremos ao Rio do Rastro no dia seguinte bem cedo, iremos a Lauro Muller descendo a serra, subiremos e de lá o plano é seguir para nosso próximo destino, Dionísio Cerqueira, via São Joaquim, Lages, Xanxerê. Deu certo e agora sim valeu a pena! O tempo abriu e é emocionante a vista da Serra do Rio do Rastro pela primeira vez. Perfeita a visão, a descida e a subida. Com direito a uma parada em um comércio no meio do caminho. Seguimos o caminho agora de alma lavada, e almoçamos em São Joaquim. O que me chamou a atenção o grande número de vinícolas e lavouras de maçãs. Final do dia dormimos em Xanxerê.

No outro dia cedo, rumamos para Dionísio Cerqueira. Cidade curiosa, lá é possível colocar um pé em SC (Dionísio Cerqueira), outro no PR (Barracão) e a mão na Argentina (Bernardo de Irigoyen). Pode-se sair do Brasil a pé, mas de veículo somente pela aduana. Existem muretas e diferenças de níveis por toda a fronteira, o que não permite a passagem de veículos. Deixamos as motos em um posto e fomos de pé, já que meu irmão e meu filho não trouxeram o RG e na Argentina se faz necessário o RG ou passaporte, CNH não vale. Aí entramos de táxi e almoçamos por lá. Meu irmão e filho, em tese clandestinos. Tiramos algumas fotos e seguimos para nosso próximo destino, Foz do Iguaçu.

Chegamos a Foz do Iguaçu já no começo da noite e fomos direto ao hotel descansar, pois ainda tem mais por vir. Acordamos no dia seguinte e nos próximos dois dias executamos um roteiro mínimo dentro das imensas possibilidades de Foz do Iguaçu. Cataratas, Paraguay (Ciudad del Este), Marco das Três Fronteiras, Templo Budista e Puerto Iguaçu (Argentina). Por sorte, alguns dias antes e apenas para Puerto Iguaçu, o governo Argentino passou a aceitar CNH. Então depois de horas na fila da Aduana jantamos na Argentina um maravilhoso (e muito barato) churrasco. Vale aqui salientar que em Foz há problemas de hospedagem em feriados, o que foi nosso caso. O cara do hotel queria dobrar o preço, aí buscamos uma pousada bem mais simples e fizemos a “mudança” debaixo de muita chuva.

Chegou o dia de novamente cair na estrada, e saímos de Foz já bem mais tarde que nossa expectativa. Viagem por rota já bastante conhecida nossa. Paramos para nosso último pouso em Presidente Prudente. De lá sem novidades seguimos pra casa que ocorreu via São José do Rio Preto.

Viagem muito top, lindas paisagens que a retina dos olhos não esquecerá. Muito frio, e acima de tudo muito boa companhia. Me sinto uma pessoa de sorte pois familiares também dividem comigo o amor pelas motos e pelas estradas. Em especial meu filho, que muito me honra fazer viagens junto dele, e apesar da sua pouca idade/experiencia foi perfeito na condução de sua moto. Claro, algumas vezes me vi gritando dentro do capacete com algumas ultrapassagens mais arriscadas dele.

Ao chegarmos em Franca paramos para uma última foto e não me lembro qual dos quatro fez uma pergunta. “Qual a próxima viagem agora? “. Já ia esquecendo de falar, as motos se comportaram todas muito bem, sem problemas por todo o trajeto. Percorremos exatos 3985km.

 

por Paulo Evangelista

Olá a todos fãs de aventuras sobre duas rodas! Iniciei uma viagem com planejamento para dois dias, de Porto Alegre até Vila Velha ES. A rota escolhida foi passar por São Paulo seguindo pela Dutra entrando em Volta Redonda/RJ passando por Três Rios e Além Paraíba entre outras cidades saindo já próximo a Cachoeiro do Itapemirim/ES.

A Himalayan 21/22 com 1.800 km se comportou muito bem e fiquei muito contente com o consumo de 36,4 km/l de média verificado no trecho entre Sombrio e Itapema. Depois observei outras médias como 33,5 e a menor foi 29km/l em um trecho que teve serra.

O conforto superou as expectativas! No primeiro dia o pernoite foi em Registro 200Km antes de São Paulo. Cheguei às 20:15h tendo saído de Porto Alegre as 3:20 da manhã. De Registro até Vila Velha no dia seguinte foram mais 19h e 45min de motocada, numa gostosa e segura velocidade de cruzeiro de 80Km/h a 3.900 giros.

Para mim está aprovada a Himalayan nos quesitos conforto, economia e potência de motor pois não havia perda de velocidade em subidas devido ao ótimo torque de 3,2 kgf/m.

O retorno previsto ao sul ainda vai ser daqui alguns dias, e aí no torrão gaúcho sei que novas aventuras nos aguardam. Forte abraço a todos e bora rodar com segurança e alegria.

 

por Nelson Campos

Parti no dia 2 de abril as 6:30 da manhã com minha Interceptor e peguei a BR-232 que liga o litoral ao sertão do estado. Fiz a primeira parada em Gravatá para tomar café da manhã. O primeiro abastecimento foi no Posto Cruzeiro em Tacaimbó, que é considerado o maior posto de combustível do Brasil.

Lá encontrei um grupo de harleyros que vieram de Caruaru para tomar café. Trocamos umas idéias, me despedi e segui até a cidade de Arcoverde onde fiz o segundo abastecimento. Também aproveitei pra esticar as pernas. Continuei pela BR-232 até Custódia para o almoço e novo abastecimento. Já chegando em Serra Talhada, bateu um pequeno cansaço mas nada que atrapalhe a viagem. Cheguei em Salgueiro por volta das 14:30h.

Passei 12 dias por lá. Na volta retornei com dois amigos que estavam de Harley-Davidson 1600cc e a Interceptor não fez feio junto às grandalhonas dos amigos. Eles ficaram em Caruaru e continuei solo até a Ilha de Itamaracá onde moro. A moto é top, anda bem, freios potentes. Só duas observações: banco duro e não tem indicação de marcha.

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22/janeiro 3 anos da Himalayan no Brasil! Parece que foi ontem! Depois de 2017 e 2018 inteiro sendo cobrada sobre a moto, a Royal Enfield lançou a Himalayan no Brasil em 22/janeiro/2019! Algumas curiosidades do lançamento estão relacionadas no site Royal Riders! Clique AQUI pra conhecer!

E O QUE ACONTECEU?
Muita coisa! Pro bem e pro mal! Incrível como uma moto despertou tanto ÓDIO nas redes sociais, por ser diferentona. Chamar de feia a gente nem dá bola. “Muito pesada e manca”, dizem os analistas de ficha técnica. Jovens, a Royal Enfield não faz motos ultramodernas com foco em desempenho! Ela faz motos gostosas de pilotar, amigáveis ao iniciante. Motos com cara de moto, não de transformers. E o conceito “LONG STROKE” dos motores permanece sendo incompreendido.

Ah mas ela tem defeito! Sim, vários! Não é perfeita! Não existe moto perfeita. Alguns defeitos nem as concessionárias sabiam que tinha! Estamos todos aprendendo juntos. Alguns “defeitos” são comuns a qualquer moto, e todo mecânico ou dono mais preparado tecnicamente consegue arrumar. Outros problemas, só na concessionária mesmo. O mais grave, felizmente já teve solução! Comentamos no próximo item mais abaixo.

Apesar da “campanha do contra”, a Himalayan se espalhou pelo país, mesmo antes da expansão da rede de concessionárias. Temos notícias de donos do Oiapoque ao Chuí! Vários pioneiros estão desbravando território (rodando bem longe das concessionárias) e abrindo caminhos (respondendo centenas de perguntas dos curiosos e interessados). Nunca é fácil, nós sabemos!

Pilotos brasileiros de Himalayan cruzaram o país, visitaram os países vizinhos, e estão percorrendo o mundo! Na página LIVRO DE AVENTURAS do site Royal Riders temos o registro de várias viagens realizadas. A moto já foi conduzida por guerreiros que foram e voltaram de pontos incríveis como Ushuaia, Atacama, Patagônia e Machu Picchu no exterior. E dentro do Brasil centenas de locais já foram visitados, dos populares aos escondidos. Visite o Livro de Aventuras e se delicie com os registros. Vamos destacar aqui a megaviagem do casal ADEJAN e RAFAELA, que visitaram TODAS as capitais do Brasil e os 4 pontos extremos, cumprindo dois desafios propostos pelos Fazedores de Chuva. Percorreram 34000Km pelo país nesta viagem que durou sete meses e meio. A moto hoje tem 72000Km rodados! Adejan é pioneiro de Himalayan no Nordeste, desde 2019. Diz a lenda que tem um proprietário do RJ com quase 100.000Km rodados, quem conhecer avise a gente!

Na página ROYAL ENFIELD FAQ você pode ler várias dicas, histórico e informações sobre a Himalayan. Tem uma lista de proprietários que fazem vídeos sobre a moto, textos jornalísticos e reportagens. Um destaque mostrando como a moto é amigável para o iniciante, é o vídeo do Azeitona quando testou a Himalayan. Clique AQUI para ver.

O PRODUTO ESTÁ EVOLUINDO?
No Brasil a grande evolução foi a chegada do Ajuste da ECU, agora em dezembro 2021! Um ano depois da cobrança pública feita pela CARTA ABERTA, disponível AQUI. As motos já corrigidas tem se mostrado bem acertadas conforme os relatos de vários proprietários. Rodar aproveitando toda a faixa útil de RPM do motor, sem danos, é o mínimo que se espera de qualquer moto. E agora finalmente temos uma Himalayan digna de seu nome. Bressan fez testes de dinamômetro com suas himas onde podemos ver o impacto do ajuste da ECU claramente! Confira AQUI!

Outros itens evoluíram, como a capacidade de carga do bagageiro, de 5Kg no início para os 7Kg atualmente. Compatível com as motos concorrentes. Mas continuamos sugerindo reforços para quem deseja usar baús enormes e carga pesada. Tem essa dica no site Royal Riders também!

Uma coisa que precisamos ver evoluir, é o PDI (Inspeção Pré-Entrega). As motos vem montadas da Índia e são ativadas no Brasil. Única coisa que se faz aqui é montar a bolha e os espelhos, todo o resto vem pronto. É NECESSÁRIO que as Concessionárias façam um check-list melhor para a entrega, especialmente em itens já velhos conhecidos e sempre reportados como o aro do farol com folga (gera ruído), aperto excessivo da coluna de direção (gera calo no rolamento) e a pouca graxa nos rolamentos de direção e balança traseira. PARECE que algumas concessionárias já fazem algumas verificações a mais (bendita concorrência!) mas isso pode e deve ser um procedimento padrão geral.

O QUE VEM PARA O FUTURO?
Temos “boatos quentes” sobre o desenvolvimento de uma “Himalayan 450cc”, ainda mais apta para o off-road. Com motor beirando os 40cv e refrigeração líquida. Ainda se sabe pouco sobre essa moto, a “notícia” é do final de novembro/2021. O Guilherme comenta a notícia vinda da Índia AQUI!

E também sobre a “Himalayan 650cc”, tão papagaiada desde 2018 com o lançamento do motor bicilíndrico. O fato real distorcido pela mídia sensacionalista indiana (e repetida mundo afora) foi a análise de quais modelos poderiam receber o novo motor. Hoje já se sabe que o quadro original da Himalayan não aguenta. Assim o “boato quente” agora fala que tem um novo quadro sendo desenvolvido para uma “big-trail 650cc” da Royal, com vocação mais asfalto do que terra. Já se comenta que inclusive vai ter versão estrada e versão mais off-road já original de fábrica. Similar por exemplo a Vstrom (rodas de liga leve e pneus on-road) e a Vstrom XT (roda raiada e pneus off-road).

De qualquer forma, só o tempo vai dizer! Ainda é cedo. A Himalayan só tem 3 anos no Brasil e 5 anos no mundo! Muita gente curtindo, viajando, vivendo. Para os insatisfeitos, felizmente existem opções no mercado. Bendita concorrência!