A apenas 145 km de Cuiabá/MT, Jaciara é conhecida na região como a Capital dos Esportes Radicais. E a fama faz todo o sentido. Repleta de grutas, cachoeiras e corredeiras, atrai adeptos do rafting e do rapel que chegam à cidadezinha de 30 mil habitantes em busca de adrenalina.

Conheci dois pontos turísticos na cidade, e acredite, tem muita coisa boa:

Cachoeira da Fumaça: Com uma queda de 30 metros e um grande volume de água, ela se impõe em meio à natureza. Alguns corajosos, que gostam de muita adrenalina, encaram descer de rapel por uma queda lateral, para logo depois, embarcarem em um bote e enfrentarem as corredeiras do Rio Tenente Amaral.

Cachoeira da Mulata: A cachoeira é formada pelo córrego da Mulata e tem aproximadamente 25 metros de queda d’água. Também é utilizada para a prática de rapel pelas agências locais. Por estar localizada próxima a cidade, apenas 15 km do centro, tornou-se a principal área de lazer dos moradores.

Fora da água também há muito para ver e fazer em Jaciara. A 15 km do centro, na fazenda Castanheira, fica o Sítio Arqueológico Vale das Perdidas, repleto de pinturas rupestres que remetem a inscrições datadas há mais de 3 mil anos.  Já na Fazenda Vertente, a 60 km, a atração é a Caverna que Chora. Dividida em várias galerias e salões de arenito, guarda uma surpresa no último salão: uma pequena cachoeira que forma uma banheira natural, apelidada de Cachoeira do Amor. 

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Juscimeira é uma pequena cidade que está localizada a 170 km da capital Cuiabá-MT e a 56,8 km de Rondonópolis-MT. A pequena cidade é conhecida como cidade de primeira, porque se engatar a segunda a cidade já acaba. Ela possui um grande presente da natureza, a Cachoeira do Prata, localizada a 14 km da BR-163.

A Cachoeira do Prata possui uma beleza ímpar com uma grande queda d’água de 30 metros de altura, com fortes corredeiras e piscinas naturais. Para se molhar não é necessário entrar na água, basta ficar de frente para cachoeira a uma distância de 50 metros que as fortes quedas d’água podem ser consideradas um umidificador natural. Vindo de Rondonópolis a o entrar na cidade, do lado esquerdo tem um posto de combustível que possui uma rua lateral que leva até a cachoeira. A estrada possui várias placas que direcionam o percurso, pela estrada não pavimentada, passando por uma ponte de cimento e 3 pequenas pontes de madeira.

Se for visitar, melhor ir preparado levando água, comida, bebida, boia, colete salva-vidas, bola, protetor solar, sacola de lixo entre outros. E não esqueça de antes de ir embora, recolher todo lixo gerado, e leve com você até encontrar um local adequado para depositá-lo.O local pertence a uma propriedade particular, aberto ao público, não se paga para entrar, porém não existe estrutura nenhuma, como banheiro, bares e restaurante. Para os mais aventureiros, dá para acampar em frente ao rio.

A Cachoeira do Prata é um ótimo lugar para mototuristar!

É normal ao ser humano possuir manias, crenças e superstições, e elas são mais comuns do que você pode imaginar na cultura do motociclismo. Abaixo estão listadas algumas das crenças mais comuns do motociclismo ao redor do mundo. Confira!

  1. Sinos guardiões (“Guardian Bell”)

O “sino guardião” (“Guardian Bell”) ou “ride bell”, um pequeno sino de prata ou bronze preso à parte mais baixa do quadro de uma motocicleta, é supostamente uma arma poderosa contra o azar trazido pelos “gremlins da estrada”. Dizem que esses espíritos malignos, seres lendários do motociclismo global, são atraídos pelo som agradável, mas depois ficam presos no sino, cujo toque constante os deixa malucos.

  1. Motocicletas verdes

Algumas pessoas acreditam que motocicletas verdes dão azar… mas por quê? Uma das teorias remonta à Segunda Guerra Mundial, quando as motocicletas WLA da Harley-Davidson®, feitas para o exército americano e pintadas de verde, eram usadas por mensageiros que se tornaram os principais alvos de atiradores. Outra teoria sugere que as mesmas WLAs, reformadas para uso civil, estavam tão desgastadas após servirem na guerra que quebravam com muita frequência. Mas os diabos verdes não precisam se preocupar, já que não há evidências de que a cor da motocicleta esteja ligada à falta de sorte.

  1. Pedaleiras do garupa

Muitos motociclistas se certificam de que seus pedais ou pedaleiras traseiras fiquem dobradas para cima se não tiverem um passageiro, porque deixá-las abaixados poderia animar os espíritos malignos a pegarem uma carona. No entanto, quando estão pilotando em um cortejo fúnebre para um motociclista que faleceu, os pedais geralmente são deixados abaixados para, simbolicamente, transportar o finado em seu último passeio. É claro que deixar as pedaleiras do garupa levantadas se não estiverem em uso é uma precaução sensata, já que os pés do piloto podem esbarrar nelas e ficar presos.

  1. Ajuda aos companheiros pilotos

Se você vir um companheiro motociclista parado no acostamento da estrada, seja por qualquer motivo, é amplamente considerado que se não parar e oferecer ajuda lhe trará má sorte. A crença está relacionada ao conceito de “carma”: supostamente, se você não parar, outros não vão parar para você quando estiver precisando de ajuda. Seja qual for o fundamento dessa superstição, o resultado final é que os motociclistas sempre tomam conta uns dos outros, o que só pode ser uma coisa boa.

  1. A bênção do motociclista

Trata-se da tradição segundo a qual os motociclistas são abençoados por um líder religioso na esperança de que este lhes conceda proteção para os próximos passeios. Muitos eventos de motociclismo agora realizam uma bênção do motociclista — geralmente não denominacional, para ser o mais inclusiva possível — como parte das comemorações, para dar aos motociclistas uma sensação de segurança antes de partirem para casa.